quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A importância da motivação profissional

                
      As empresas contratam corpo e mente braços, mãos, cérebro, emoção, enfim tudo relacionado a você. A falta de Motivação, cria-se desinteresse pelo trabalho fazem do indivíduo um mero cumpridor de tarefas limitando sua visão e desviando a do processo como um todo. Quando você esta motivado, pode se sentir a carga energética percorrendo dentro da espinha, o brilho nos olhos, o desejo a flor da pele. Mesmo grupos desmotivados e decadentes ressurgem das cinzas quando expostos a ambientes motivados. 
       Isso faz diferença no desempenho da organização, bem como eleva o grau de felicidades de todos. Um sistema de troca justa eleva a vontade de trabalhar nesta ou naquela organização, mas isso tudo depende do potencial da empresa em obter lucro. Afinal de contas, é a composição humana que acorda todos os dias e dedicam suas habilidades e criatividade para que o produto fique pronto, agrade ao cliente e traga benefícios para sua empresa.
       Felizmente, algumas empresas brasileiras já realizaram essa vertente e se esforçam para satisfazer seus clientes internos, mas as direções de algumas companhias agem como se tudo estivesse perfeito e nunca se dispõem a discutir problemas francamente com seus funcionários, aumentando a falta de comprometimento com a integridade para os negócios e valores da empresa. 

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

PLANEJAR OU NÃO PLANEJAR? EIS A QUESTÃO - PARTE 2

Durante esses dias recebi alguns e-mails pedindo que falássemos um pouco mais sobre planejamento. Mas resolvi colocar esse vídeo que ilustra perfeitamente a importância de planejar nossa vida, nossa carreira profissional, termos foco e metas/objetivos a serem alcançados.
Espero que gostem e que ajude a refletir melhor sobre a importância de se fazer um PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

PLANEJAR OU NÃO PLANEJAR? EIS A QUESTÃO. - PARTE 1


           Essa semana resolvi falar sobre planejamento, tanto na vida profissional como pessoal. Mas, por que falar disso?
Sempre nas minhas aulas inaugurais nas turmas que leciono, aplico uma dinâmica. Mas diferente daquelas dinâmicas, onde o aluno se apresenta para a turma o conhecer, prefiro fazer uma dinâmica onde o aluno busque se conhecer, onde ele apresente seus pontos fortes e pontos fracos e uma perspectiva de futuro para os próximos anos. Com essa dinâmica os fiz perceberem como não conhecem a si mesmo, pois quando perguntados sobre seus defeitos, fica evidente a dificuldade de resposta. Mas o pior foi quando perguntados sobre seus planos para os próximos 5 anos.
Um dos alunos me respondeu o seguinte: “eu não planejo, pois não sei se estarei vivo em 5 anos”. Diante dessa resposta, concordei com ele e fiz outra pergunta: “mas e se você estiver vivo, o que vai fazer”. Ele ficou calado por alguns instantes e respondeu: “ainda não tinha pensado com esse ponto de vista”.
Outra situação que aconteceu comigo foi a seguinte:
Certa vez estava conversando com uma gestora de uma empresa e falei pra ela que deveríamos planejar uma ação que ela estava querendo fazer na empresa. Ela então me respondeu que não poderia planejar, pois as coisas mudam a cada mês e, portanto, não poderia planejar para os próximos seis meses.
O que ela falou é verdade, tudo dentro de uma organização muda diariamente. No entanto, planejar é preciso. Você já imaginou comprar um automóvel sem planejar como vai pagar, ou como fazer uma viagem sem saber para onde vai. Por isso que é preciso que haja planejamento.
O planejamento deve ser feito para que se tenha um norte a seguir, seja na vida, seja na empresa, seja na sua carreira. Todavia, isso não significa que você tenha que seguir esse plano a risca até o final, ele pode ser mudado de acordo com as situações que irão ocorrer no seu dia a dia. Por fim fica a dica, planeje, elabore um plano de carreira, não espere que as coisas simplesmente aconteçam, esteja preparado para esses acontecimentos, tudo na vida é mutável, mas isso não significa que não se deve pensar no futuro, ou seja, saiba onde você quer estar nos próximos anos de sua vida, seja pessoal ou profissionalmente.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

AO SAIR, SAIA PELA PORTA DA FRENTE



Muitas pessoas não sabem como sair de uma empresa depois de findar o seu vínculo profissional com esta. O que você deve ter em mente é que, ao sair de uma empresa é imprescindível que se deixe uma porta aberta para contatos futuros. O que acontece muitas vezes é que quando algum colaborador está no mês de comprimento do aviso prévio, ele acaba por se mostrar antiético e totalmente desrespeitoso com os seus pares e superiores.
 
                Eu já vi casos em que o funcionário depois de pedir demissão de uma empresa, começou a “chutar o pau da barraca” como se nunca mais fosse precisar de algo da empresa. A verdade é que você pode até nunca mais trabalhar nessa empresa, mas deixar bons contatos para fortalecer o seu networking é imprescindível, lembre-se que uma próxima empresa que você for trabalhar pode ligar para pedir referências e ao sair de forma antiética você, literalmente, rasgou sua carta de referências. Portanto, ao sair de alguma empresa, saia pela porta da frente e, principalmente, deixando a porta aberta para o futuro.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

VOCÊ É UM PROFISSIONAL PAVIO CURTO?


Na semana passada, graças a minha amiga Luciana Karla Dieb (profissional muito competente da área de TI), tive a satisfação de conhecer um outro blog, o DROPS DE CARREIRA escrito pelo professor Flávio Emilio. A primeira postagem que li falava sobre aqueles profissionais que são conhecidos pelo seu “pavio curto”. Isso me fez refletir como conhecemos pessoas assim. Possivelmente, você conheceu, conhece ou vai conhecer algum profissional que tem o pavio curto. Esse tipo de profissional é aquele que fala demais e em momento inoportuno, não reconhece seus erros e acreditam que sempre tem razão haja o que houver.

 Esse profissional acaba por perder ótimas oportunidades de crescimento profissional, mas acredita que não consegue melhoras ou promoções por culpa da empresa e que faz sempre o seu melhor. De fato, não é que ele seja um mau profissional, geralmente ele é capaz, é inteligente, sabe o que quer, mas não se dá conta de suas falhas. O problema é que só com o tempo e muitas “cabeçadas” na parede é que o profissional pavio curto percebe o que perdeu, ou melhor, deixou de ganhar por causa das suas atitudes.

Portanto, se você é esse tipo de profissional tome cuidado, repense suas atitudes antes que seja tarde e trate de aumentar o seu pavio curto para que você não tenha uma carreira mais curta ainda.Vale mais a pena exercitar constantemente sua tolerância e seu equilíbrio emocional, para dessa forma demonstrar crescimento e amadurecimento profissional... Pense nisso e uma ótima semana a todos!!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Liderança no século XXI (Líder Coach)


Para ser um bom líder é necessário fazer-se entender. Hoje, mais do que nunca as empresas entenderam que mais do que resultados, bons gestores precisam saber lidar com pessoas.
Diantedisso entra a figura do líder coach. Esse termo foi emprestado do meio esportivo, e que representa a figura do técnico.
Da mesma forma que no esporte o coach tem a função de orientar, treinar, desenvolver e apoiar seus liderados no desenvolvimento de suas habilidades e competências, com o intuito de obter alto desempenho. Ou seja, atualmente o novo estilo de líder já não é mais aquele que apenas sabe lidar com as pessoas, mas também aquele que gera aprendizado e consegue desenvolver a sua equipe, sempre se preocupando com o crescimento individual de cada um, dessa forma desenvolvendo novos líderes.
Mas para isso, o individuo precisa ter ou desenvolver algumas competências que são primordiais para ser/tornar-se um líder coach, que são:

<!--[if !supportLists]-->ü  <!--[endif]-->Respeito e ética
<!--[if !supportLists]-->ü  <!--[endif]-->Comunicação
<!--[if !supportLists]-->ü  <!--[endif]-->Escuta ativa
<!--[if !supportLists]-->ü  <!--[endif]-->Feedback
<!--[if !supportLists]-->ü  <!--[endif]-->Habilidades interpessoais
<!--[if !supportLists]-->ü  <!--[endif]-->Empowerment
<!--[if !supportLists]-->ü  <!--[endif]-->Estabelecimento de metas
<!--[if !supportLists]-->ü  <!--[endif]-->Incentivo a pró-atividade
<!--[if !supportLists]-->ü  <!--[endif]-->Autoconhecimento
<!--[if !supportLists]-->ü  <!--[endif]-->Habilidade de gerar aprendizado
<!--[if !supportLists]-->ü  <!--[endif]-->Resiliência
<!--[if !supportLists]-->ü  <!--[endif]-->Visão estratégica

Além dessas competências, o líder coach precisa saber usar de uma ferramenta muito importante que é a pergunta. Isso mesmo, esse novo líder não pode simplesmente dizer aos seus funcionários o que fazer e como fazer, ele precisa perguntar, questionar, fazer com que seus liderados desenvolvam sua visão estratégica e sua criatividade. Portanto o verdadeiro líder coach é aquele que faz as perguntas certas nos momentos oportunos, é aquele que passa seu conhecimento, que se doa ao máximo e que consegue desenvolver seus liderados de forma que esses desenvolvam suas habilidades mais intrínsecas. 
Por conseguinte, outro ponto muito importante para se tornar um líder coach é o compartilhamento, é dispor de tempo para compartilhar conhecimento, direcionando dessa forma ao desenvolvimento de competências dos liderados.
Nesse novo estilo de liderança também é primordial saber trabalhar a motivação e para isso é necessário conhecer cada um de seus liderados, suas individualidades, desejos, e acima de tudo respeitá-las.
Assim sendo, tornar-se um líder coach requer o desenvolvimento de algumas habilidades, requer uma nova postura perante si mesmo e sua equipe. Por fim, se você é apenas líder, comece a repensar seus conceitos de liderança, faça a diferença e mãos a obra.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

GESTORES DIFICULTAM A EFICÁCIA DO TREINAMENTO

Esta semana resolvi postar um artigo bem interessante que li, escrito por José Teófilo Neto. Muito Interessante!


Por José Teófilo Neto*

Treino é treino e jogo é jogo!
Atire a primeira pedra quem nunca pronunciou esta frase. Ela é proferida com muita freqüência por gerentes e supervisores de vendas.
E o que ela esconde? Desconhecimento e preconceito, pois nos treinos é que se forjam campeões.  Desqualificar o treinamento é demonstrar preconceito e medo; opor resistência à inovação, dando chances ao comodismo e demonstrando falta de humildade. São eles que costumam dizer que quando o time está perdendo a culpa é dos outros, principalmente dos jogadores.
Tais posturas dos gestores servem para desculpas e resistências dos vendedores para colocarem em prática novas formas de trabalhar, incrementando assim alternativas aos seus argumentos, pois eles ou têm medo ou sabem que nada vai mudar.
Mudar dói. Nascemos berrando porque saímos do conforto do útero materno e o mundo agora exige que a gente se vire. Você cresceu e seus berros não dão em nada. Reunir a equipe e fazer uma esculhambação mostra seu destempero e falta de equilíbrio.  Um pé na bunda só provoca um solavanco e não garante uma longa caminhada.
Chefe dá  ordens, mas não desenvolve competências. O máximo que consegue é estimular, aprimorar e lapidar talentos. As mudanças vêm com treinamento e não com discursos, ameaças e demissões.
Também não adianta chamar um conhecido para “dar uma geral”, coisa tipo um treinamentozinho, entende?
O que fazer para um treinamento funcionar e fazer ganhar o jogo?
<!--[if !supportLists]-->·         <!--[endif]--> 
<!--[if !supportLists]-->1.     <!--[endif]-->Avalie as dificuldades de sua equipe e responda se o fraco desempenho é devido às pessoas e não aos produtos e procedimentos de sua empresa.
<!--[if !supportLists]-->·         <!--[endif]--> 
<!--[if !supportLists]-->1.     <!--[endif]-->Identifique e coloque por ordem de gravidade em qual etapa da venda está a deficiência: pré venda, abordagem, superação de objeções, fechamento, pós venda.
<!--[if !supportLists]-->2.     <!--[endif]-->Procure um profissional cujo conteúdo irá abordar as deficiências que você quer corrigir. Existe diferença entre uma palestra (que informa e aponta o que fazer) e um treinamento (que ensina como e porque fazer). Contrate uma ação pós- treinamento, para correção de algum ponto que não tenha ficado claro.
<!--[if !supportLists]-->3.     <!--[endif]-->Antes do treinamento reúna seu pessoal, fale sobre as deficiências que você quer eliminar; valorize o treinamento e envolva todos nas metas que se pretende alcançar. Fale individualmente com aqueles que mais necessitam melhorar e em quais pontos o treinamento irá ajudá-los.
<!--[if !supportLists]-->4.     <!--[endif]-->Participe do treinamento, ou pelo menos faça o supervisor participar, com humildade e sem querer ser o sabichão, achando que sabe mais que o instrutor. Se soubesse, teria evitado os erros da equipe.
<!--[if !supportLists]-->5.     <!--[endif]-->Logo após o treinamento, reúna a equipe e verifique quais os pontos que eles colocarão imediatamente em prática e o que cada um vai mudar na forma de seu trabalho. Questione o desempenho do instrutor e os pontos que não foram bem esclarecidos para que sejam revistos na atividade pós - treinamento.
<!--[if !supportLists]-->6.     <!--[endif]-->Estabeleça com o supervisor métricas de avaliação que garantam que o aprendizado e o que foi estabelecido como novas metas será colocado em prática. Ofereça ajuda, mas lembre que ele é o responsável pelos resultados de sua equipe.
<!--[if !supportLists]-->7.     <!--[endif]-->Determine que as mudanças comecem já e seja bem claro sobre as metas e prazos para os resultados aparecerem. Não ameace, porém seja firme e decidido. Se as coisas não andarem conforme o estabelecido, corte cabeças.
*José  Teofilo Neto, engenheiro, consultor, educador corporativo e diretor da Comunicação Direta.